domingo, 23 de fevereiro de 2014

DÉCOUPAGE


Significa recortar e colar, é a arte de revestir com gravuras as superfícies de objetos como madeira, metal, vidro e tecido. É uma técnica antiga, porém continua atual, versátil, e divertida.

Porta-joias
O termo Découpage é francês (decouper=cortar), porém sua origem é italiana. Essa técnica na época ficou conhecida como "Lacche povero", que significa a laca do homem pobre, porque aqueles que não tinham recursos para empregar um artista a decorar suas mobílias e objetos decorativos, podiam obter efeitos distintos e requintados com gravuras coladas sobrepostas à peça e revestidas com múltiplas demãos de verniz ou da laca. Essa forma de arte começou em Veneza, Itália, por volta do século XII e foi difundida no século XVII no resto da Itália, França, e Inglaterra. Muitas decorações elaboradas em caixas, bandejas, cinzeiros e tampos de mesas que acreditavam ter sido pintadas a mão e tinham sua origem nos séculos XVIII e XIX, foram analisadas mais tarde descobrindo-se que se tratava de uma mera aplicação de gravuras inteligentemente dispostas e coladas sobre as superfícies.

Em muitos trabalhos de découpage você pode utilizar, não só o guardanapo próprio, mas também imprimir as figuras do computador. No entanto essa impressão tem que ser a laser para melhor resultado, além disso, você pode usar um papel melhor que o sulfite, neste caso use o Couche. 

O papel Couche tem uma consistência melhor e já vem com brilho. Esse papel é muito utilizado pelo mercado para fazer folhetos, volantes, malas-diretas, cartazes, revistas, enfim, uma variedade de materiais promocionais, de publicidade e técnicos que exigem qualidade e brilho. Pode ser usado para enfeitar caixas, vasos, pratos, paredes, latas e qualquer outra coisa que sua imaginação pensar. 


TRABALHOS


Relógio de São Jorge

Relógio Rosas

Porta-treco Egito

Porta-talher

Porta-joias

Porta-joias Rosas

Porta-joias Fita

Porta-joias Chaplin

Porta-controle

Caixa Vinho

Caixa Papa


OFICINAS



Contate-nos, teremos o maior prazer de levar um desses cursos à sua cidade, associação e também em sua residência, todos ministrados por Simone Targino. Veja abaixo alguns cursos:

Curso de Fibra de Bananeira




Curso de Papel Vegetal




Cursos de Mosaico e Falso Mosaico






LOJA - FIBRA DE BANANEIRA

VÍDEOS


Diversas técnicas






GALERIA

MOSAICO


Bandeja de Cama.
A palavra "mosaico" tem origem na palavra alemã mouseen, a mesma que deu origem à palavra "música", que significa "próprio das musas". É uma forma de arte decorativa milenar, que nos remete à 1438, na época da greco-romana, quando teve seu apogeu. Na sua elaboração foram utilizados diversos tipos de materiais e teve diferentes aplicações através dos tempos. A técnica da arte musiva consiste na colocação de tesselas, que são pequenos fragmentos de pedras, como mármore e granito moldados comtagliolo e martellina, pedras semipreciosas, pastilhas de vidro, seixos e outros materiais, sobre qualquer superfície. Nos dias de hoje, o mosaico ressurgiu, despertando grande interesse, sendo cada vez mais utilizado, artisticamente, na decoração de ambientes interiores e exteriores.

Em Portugal, destacam-se os mosaicos das ruínas romanas de Conímbriga, datados do século II d.C., além do "mosaico das musas", da Villa Romana de Torre de Palma (século II - IV d.C.), em Monforte, e os da Villa Romana de Milreu, no Distrito de Faro, no Algarve - belos exemplares decorativos da época romana. Também são exemplos de mosaico o calçadão de Copacabana, a disposição dos pisos e azulejos de uma casa, até mesmo algumas gravuras do artista holandês M. C. Escher que tratam do preenchimento do plano. Hoje, entre as principais figuras do mosaico contemporâneo, destacam-se Marcelo de Melo (Brasil)3, Sonia King (Estados Unidos) e Emma Biggs (Reino Unido).


TRABALHOS


PAPEL VEGETAL


Desde os tempos mais remotos e com a finalidade de representar objetos inanimados ou em movimento, o homem vem desenhando nas superfícies dos mais diferentes materiais. Nesta atividade, tão intimamente ligada ao raciocínio, utilizou, inicialmente, as superfícies daqueles materiais que a natureza oferecia praticamente prontos para seu uso, tais como paredes rochosas, pedras, ossos, folhas de certas plantas, etc.

Convite para Chá de Bebê.
Acompanhando o desenvolvimento da inteligência humana, as representações gráficas foram se tornando cada vez mais complexas, passando desse modo a significar ideias. Este desenvolvimento, ao permitir, também, um crescente domínio dessas circunstâncias através de utensílios por ele criado, levou o homem a desenvolver suportes mais adequados para as representações gráficas. Com esta finalidade, a história registra o uso de tabletes de barro cozido, tecidos de fibras diversas, papiros, pergaminhos e, finalmente, papel. A maioria dos historiadores concorda em atribuir a Cai Lun (ou Ts'ai Lun) da China a primazia de ter feito papel por meio da polpação de redes de pesca e trapos, e mais tarde usando fibras vegetais. Este processo consistia num cozimento forte das fibras, após o que eram batidas e esmagadas. A pasta obtida pela dispersão das fibras era depurada e a folha, formada sobre uma peneira feita de juncos delgados unidos entre si por seda ou crina, era fixada sobre uma armação de madeira. Conseguia-se formar a folha celulósica sobre este molde, mediante uma submersão do mesmo na tinta contendo a dispersão das fibras ou mediante o despejo da certa quantidade da dispersão sobre o molde ou peneira. Procedia-se a secagem da folha, comprimindo-a sobre a placa de material poroso ou deixando-a pendurada ao ar. Os espécimes que chegaram até os nossos dias provam que o papel feito pelos antigos chineses era de alta qualidade, o que permite, até mesmo, compará-los ao papel feito atualmente.


TRABALHOS


FIBRA DE BANANEIRA


Sacola com caixa de leite.
A fibra de bananeira que muitas vezes é descartada na natureza, pode ser utilizada na confecção dos mais diversos objetos e acessórios que geram renda às famílias rurais. "A fibra de bananeira é produzida a partir das bainhas foliares extraídas do pseudocaule da bananeira, que equivale a seu tronco. A camada externa é a mais grossa e são para trabalhos que exijam resistência do material. A interna é a mais fina, indicada para acabamentos das peças. A camada intermediária é a ideal para ornamentar". 

A valorização das fibras naturais é um processo muito importante no sentido de que agrega  valor a um produto da terra, seja isso em que lugar for. a bananeira é um vegetal abundante e é bom que possa fornecer matéria prima para o artesanato. Certamente essa atividade acaba por gerar trabalho e garantir sustento a um grupo considerável de pessoas, e esse é um aspecto relevante para um pais onde falta trabalho. 

O Brasil é o maior produtor e também o maior consumidor mundial e certamente o artesanato feito a partir da fibra desse vegetal pode transformar-se em um produto vigoroso e diferenciado, constituindo-se em fonte de renda familiar de grande importância.  Fazer artesanato de fibra de bananeira é usar insumos naturais para transformar o simples no belo. 

A banana é uma fruta muito conhecida, mesmo quando falamos de um ponto de vista internacional. O que pouca gente sabe é que da bananeira, além do fruto, resultam de cinco a oito qualidades de fibras diferentes desde uma mais áspera até outra de textura mais fina e delicada.  

A produção começa com o trabalho da colheita e traz um grande benefício adicional, pois aproveita o tronco normalmente deixado no chão o que facilita a produção de fungos que prejudicam toda a lavoura. O tronco da bananeira tem uma característica engraçada. Ele é formado por camadas (capas) que se soltam facilmente e dele se extrai no mínimo cinco tipos de fibras. 

A primeira fibra, por sua resistência, serve para costura. Uma das fibras tem uma forma curiosa de ser, completamente lisa de um lado e áspera do outro. Algumas dessas fibras pegam colorido melhor do que outras e é preciso conhecer do assunto para escolher o material correto de acordo com o que se deseja. Em 15 minutos o tronco da bananeira é transformado em fibra e depois começa o processo de protegê-lo contra fungos e a secagem. 

O processo completo leva mais de três dias e depois é que tem início o trabalho de artesanato, que pode ser dividido em três classes de produtos: acessórios, peças e papel. 

Acessórios:

Com o uso destas quatro fibras (linha, clássica, renda e pobre) é possível fabricar caixas, bandejas, cestos, chapéus, almofadas, bonecas, tapetes, objetos de adornos, porta-retratos, balsas, jogos americanos, bijuterias, etc. 

 Etapas: 

- Colheita do tronco; 
- Retirada das capas; 
- Retirada dos fios (das capas); 
- Desinsetização; 
- Secagem (o processo de secar as fibras pode ser feito naturalmente ao sol ou no forno); 
- Produção do artesanato. 

Peças:

Depois de retiradas as capas chega-se no miolo do tronco. Esse miolo é usado para a confecção das peças: pratos, fruteiras, jarros, caixas, tigelas, etc.

TRABALHOS

Imagem do Santo Antônio - R$ 25,00.

Porta Lápis - R$ 13,00.

Sacola com caixa de leite- R$ 5,00.

Caixa coração 01 - R$ 26,00.

Imagem de São Francisco - R$ 25,00.

Caixa coração 02 - R$ 15,00.

Caixinha quadrada - R$ 15,00.

Porta açúcar - R$ 28,00.

Caixa coração 03 - R$ 12,00.

Caixa - R$ 10,00.

Cada peça - R$ 20,00.

Caixinha sextavada - R$ 15,00.

Caixa redonda - R$ 26,00.

Porta guardanapos - R$ 2,00 cada.

Porta café - R$ 28,00.